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Preciso rever alguns conceitos...

Ontem quando vinha pro trabalho,aconteceu algo que fez-me parar pra pensar um pouco... primeiro eu vinha no carro comentando com a Ju sobre alguns pensamentos... tipo... agente vem pelo V8, e eu estava observando aquele onibus 672 (Jorge Teixeira) lotado, com a porta aberta e o pessoal praticamente voando.. eu sem bem o que é isso, ainda fico assim de vez enquando(principalmente quando vou pra FUCAPI)...Ai eu olhei o contraste( aquele pessoal do ônibus que todo dia passa na frente daquelas mansões) , E bem... imagino que todo homem/mulher tem vontade de crescer, tem vontade de se expressar, e é claro que eles observam aquelas casas..., então eu "sabiamente" disse: Hoje eles tão olhando, amanhã eles tão entrando. E de alguma maneira aquilo me conectou com a história do notebook do meu chefe que foi roubado na casa dele.. P.S Ele mora no Jardim das Américas, la na P. Negra... e enquanto ele viajou pro Rio praquela apresentação sobre o homem da floresta, que eu até postei aqui , quebraram os vidros da ksa e entraram... ele tem certeza que foi "algum marginalzinho" da vizinhança... , eu me perguntou: Estamos seguros? se esses marginalzinhos que andam de carrões fazem isso.. imagina os que roubam pra comprar leite pros filhos. E ainda nessa linha de raciocínio eu continuei: Não sei por que, mas, quanto mais rico mais estúpido a pessoa é.... não digo os que trabalharam pra serem ricos ,mas aqueles que ja nasceram com tudo servido...esses sim são mt estúpidos. Até quanto isso é verdadeiro? Bem.. não sei... mas digo que a maioria sim, acho que deve ser cultura...
Depois quando desci pra entrar no onibus e pegar o meu pau-de-arara (porque a C.Nery ás 7h é igual a Djalma às 18h) Abri a bolsa e caiu 2reais do bolso, mas claro que eu não percebi, até porque pago minha passagem com crédito estudantil, mas a menina que vinha atrás e estudante do Solon de Lucena, bateu no meu ombro e devolveu meus 2 reais... que tava que nem uma bolinha amassada... Se essa menina não tivesse me chamado, eu nem teria percebido, ela podia usar o dinheiro e pronto.. nunca mais iria vê-la mesmo, e nem mesmo ia saber que ela tinha pego....
Porém o fato dela ter me chamado foi bem bacana, sempre que eu vejo alguma coisa de alguem cair eu aviso, eu procuro devolver... Ainda me pergunto se ela devolveu porque ela é honesta ou se porque ela tava com medo de ser pegadinha e não ia se queimar por tão pouco...
A menina tinha por volta de 14 anos... ela é uma pessoa que eu pagaria um sorvete pra tentar conhecer melhor, gosto de pessoas de boa conduta me cercando...e acho super engraçado quando a vida te mostra essas coisas e mostra que tudo que você faz volta... muitas pessoas não ligam pra isso, mas eu ligo.
Sou do tipo de pessoa que vou em restaurante comunitário e me sento na mesa com pessoa estranha, e nem me preocupo, ainda divido o refri. Minha ju diz que eu sou doido...


e tem um refrão que eu canto pra ela direto agora... da musica Insane do Eminem

[Chorus]
Refrão:
If you could count the skeletons in my closet
Se você pudesse contar os esqueletos no meu armário
Under my bed and up under my faucet
Sob a minha cama e até debaixo da minha torneira
Then you would know I've completely lost it
Então, você poderia saber que eu me perdi completamente
Is he nuts? NO! He's insane!
Ele é louco? Não, ele é insano

Falha de continuação medonha no ultimo capítulo da novela "Caminho das Indias"

Nossa... que coisa mais estranha, no último capítulo da novela, toda família reunida, aquela rodada de fanta laranja com bolacha de morango, tudo para assistir ao desfecho da novela( ver quem vai comer quem, quem vai ser preso, quem vai ser morto) e ai que em uma das cenas mais esperadas que era justamente da Maya ser jogada no poço, ou qualquer coisa assim, ela saiu da "casa das viúvas" e foi chorando para o rio ganges, dai eu imaginei...bom ela vai se matar.. Nessa hora que a Maya esta na escadaria chorando desesperada, e um monte de gente no vai e vem (no bom sentido), aparece o Raji, ela então com uma roupa branca, totalmente coberta o corpo, até porque ela acabava de ter saído da "casa das viúvas" então a vestimenta dela ainda era branca né... a Maya vê o Raji e como num passe de mágica, como em um conto infantil, ela se levanta lentamente e olha para o Raji, ela começa a caminhar em sua direção e ual, primeiro foram as pessoas que sumiram da cena, de repente aquele povo todo no vai e vem não existia mais, eles foram removidos de uma maneira bem anormal da índia... e pra continuar a Maya enquanto andava em direção ao Raji e sem olhar pro corpo, sem parar, sem pensar , sem imaginar, sem sonhar, sem conscientizar mudou de roupa!!!!! Pasmem!! Eu gostaria de saber como foi possível, como no último dia da novela, deixaram aquilo acontecer! Que crédito tem uma novela dessa? hahaha, bem eu confesso que na hora que essa coisa aconteceu eu pensei que fosse sonho, e então eu comecei a comentar com a ju, "não foi estranho essa cena? Acho que tem alguma coisa errada" ai fiquei imaginando aquele "vuuuul" de flash de memória , e olha que no ultimo capítulo usaram muito, todos os personagens estavam se recordando do início da novela e do início das suas vidas, mas aquilo na minha cabeça não passava, não podia aceitar e imaginei que fossem dar uma explicação racional para aquela cena irracional. A cena próxima que aparece o casala Maya e Raji foi quando eles foram pra casa do Opachi, e tipo ela incrivelmente estava mesmo com aquela roupa vermelha de dançarina do ventre e cheia de ouro. E como eu diria.... vai entender!?

A Praça

Sempre que me sinto triste penso nessa música, não que eu esteja triste, pelo contrário estou muito feliz, mas acontece que bateu uma saudade da infância...embora essa letra não tenha a ver com infância. Uma vez, quando eu tinha 5 anos, eu sonhei que estava correndo com um monte de amigos que nunca havia visto e até hoje não os conheço, agente brincou tanto que vimos anoitecer, ai na hora de ir embora tocou essa música, quando eu acordei, percebi que meu tio estava ouvindo essa música no rádio, eu então comecei a chorar , porque putz essa música é muito triste. Desde esse dia toda vez que ouço essa música lembro do meu sonho e sinto saudade daquelas pessoas que eu nunca conheci na vida real. Vai entender!


A Praça

Marcha
Carlos Imperial

Hoje eu acordei com saudades de você,
Beijei aquela foto que você me ofertou,
Sentei naquele banco da pracinha só porque,
Foi lá que começou o nosso amor.

Senti que os passarinhos todos me reconheceram,
Pois eles endenderam toda a minha solidão,
Ficaram tão tristonhos e até emudeceram,
Aí então eu fiz esta canção:

A mesma praça, o mesmo banco,
As mesmas flores o mesmo jardim,
Tudo é igual mas estou triste,
Porque não tenho você perto de mim.(estribilho).

Beijei aquela árvore tão linda onde eu,
Com meu canivete um coraçao eu desenhei,
Escrevi no coração o meu nome junto ao seu,
E meu grande amor então jurei.

O guarda ainda é o mesmo que um dia me pegou,
Roubando uma rosa amarela prá você,
Ainda tem balanço, tem gangorra, meu amor,
Crianças que não param de correr(estribilho).

Aquele bom velhinho pipoqueiro foi quem viu,
Quando envergonhado, de amor eu lhe falei,
Ainda é o mesmo sorveteiro que assistiu,
Ao primeiro beijo que lhe dei.

E a gente vai crescendo, vai crescendo, o tempo passa,
E nunca esquece a felicidade que encontrou,
Sempre eu vou lembrar do nosso banco lá na praça,
Foi lá que começou o nosso amor(estribilho).

D E S I G N - Regulamentação ou mudança cultural?‏

8 May

__________________________________

Regulamentação ou mudança cultural?

por Ricardo Martins sobre: Design

Na minha opinião, que enxerga apenas parte do problema e não tem a pretensão de ser uma verdade suprema, a regulamentação da profissão de designer esconde algumas armadilhas:

“Regulamentação resolve tudo”

Não, não resolve. Muita gente tem mania de ficar esperando que uma coisa chamada “governo” resolva tudo sozinha e que uma lei consiga operar milagres, como a mudança instantânea de uma cultura de produção e uso do design.

Vou citar um exemplo de como uma regulamentação não resolve nada sozinho, em outro campo, o da medicina:

Médicos prescrevem medicamentos usando uma receita médica. Só que muitos deles escrevem de forma incompreensível, levando a todo tipo de problemas, desde danos à saúde, até à morte do paciente. Problema sério, certo? Com uma lei que regulamentasse a escrita das receitas, tudo se resolveria, certo? Errado.

Médicos escrevem receitas difíceis de entender por uma série de fatores, que se não forem resolvidos em conjunto, dificilmente se irá resolver o problema.

Dentre os fatores que contribuem para que uma receita incompreensível cause danos aos pacientes, temos:

A formação dos médicos nas faculdades, já que não se ensina o jeito adequado de se produzir receitas. Logo, temos um problema na base do conhecimento médico, na própria universidade.

Não há uma lei ou padrão sobre como devam ser as receitas. A lei resume-se a dizer que elas devem ser “legíveis”, sem explicar o que é “ser legível”. Legível pra quem? O médico lê sua própria receita, logo, pra ele, ela é legível. Ou seja, uma regulamentação mal feita, não gera resultado nenhum. O próprio governo do Paraná criou uma lei exigindo que médicos escrevessem usando caixa alta, letra de forma ou de imprensa, e sabem o que aconteceu? Nada. Os médicos continuam escrevendo com letra cursiva, como fazem há séculos.

Depois de formados, médicos ganham mal (mesmo tendo sindicato, conselho federal de medicina, tabela de preços para procedimentos médicos etc.). Por isso, fazem várias jornadas de trabalho e ficam cansados. Precisam atender muitos pacientes para poder ganhar melhor, mas pra isso precisam ganhar tempo, e vão tirar o atraso nos procedimentos burocráticos, como escrever uma receita. Ela é escrita com pressa, e o resultado são as letras com formato irreconhecível.

Não bastasse tudo isso, as farmácias querem vender seus remédios, e isso não combina com a recusa de uma receita que ninguém entendeu. Mesmo não tendo certeza do que o médico escreveu, as farmácias querem vender de todo jeito, e aceitam as receitas, quer sejam compreensíveis, quer não.

Portanto, quando um paciente toma um remédio errado, ou na dose errada, ou na frequência errada, enfim, isso não é culpa da letra do médico. Isso é uma combinação de fatores, que começa com falhas na formação universitária, falta de leis claras que definam com precisão o que deve ser feito, baixos salários, necessidade de atender muitos pacientes com pressa e farmácias que querem vender de qualquer jeito, e só pensam no próprio bolso. Neste caso, das receitas, resolver a questão da regulamentação sem melhorar a formação dos médicos sobre este procedimento, sem melhorar as condições de trabalho, sem modificar o comportamento dos médicos e sem fiscalizar as farmácias, não vai impedir o problema das receitas incompreensíveis, que prejudicam pessoas.

Trazendo para o lado do design, criar uma regulamentação não vai resolver o problema dos baixos salários, da baixa valorização do design, falta de reconhecimento do papel cultural do design e da baixa qualidade do ensino do design nas instituições. Para que a situação melhore, é preciso uma mudança cultural, e esse processo é lento e exige um esforço planejado, não podendo depender do acaso e da sorte.

Um caminho possível, que foi adotado nos Estados Unidos, é o da criação de uma associação forte de designers profissionais, que não cobra diplomas nem faz provas de conhecimento para admitir novos associados (diferente do modelo europeu, que se parece com um club fechado, e exige aprovação de portfolio). Essa associação estadunidense chama-se AIGA, e foi fundada em 1914, numa sala com 20 pessoas. Hoje tem mais de 20.000 membros. Diferente do modelo de club (fechado, difícil pra entrar), a AIGA usa o modelo de hub, rede (aberto, fácil pra entrar, mais difícil pra ficar). Ao invés de fazer exigências na entrada, a AIGA cobra dos seus associados a obediência a um código de ética profissional.

Em troca dessa obediência, a AIGA oferece:

Apoio ao designer em todos os pontos da sua carreira, seja como estudante, recém formado ou designer com muitos anos de experiência

Defesa do valor do design perante empresários, governo e sociedade.

Uma voz única, representativa do design, que fala em nome de todos eles, defendendo seus interesses quando necessário.

Para cada item citado acima, a AIGA desenvolve dezenas de programas e atividades, agindo diante de diversos públicos interessados, como os designers, profissões relacionadas, empresários, governo, sociedade civil. Através de diversas frentes de trabalho, o design deixa de ter apenas um nome chique, mas distante das pessoas, para ter uma voz e ser uma força cultural pró-ativa, que não simplesmente reage aos problemas, mas procura se antecipar a eles.

Para quem se interessar em saber mais sobre a associação, o site deles é www.aiga.com

Essa é minha contribuição para essa discussão sobre a regulamentação. Vale lembrar que eu não sou contra a regulamentação em si. Eu sou contra a visão de que ela será uma panacéia, e vai livrar os designers de se associarem e tomarem uma atitude PRÓ-ATIVA, em nível local.

Como disse Gandhi: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”.

D E S I G N - Regulamentação ou mudança cultural?‏

8 May

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Regulamentação ou mudança cultural?

por Ricardo Martins sobre: Design

Na minha opinião, que enxerga apenas parte do problema e não tem a pretensão de ser uma verdade suprema, a regulamentação da profissão de designer esconde algumas armadilhas:

“Regulamentação resolve tudo”

Não, não resolve. Muita gente tem mania de ficar esperando que uma coisa chamada “governo” resolva tudo sozinha e que uma lei consiga operar milagres, como a mudança instantânea de uma cultura de produção e uso do design.

Vou citar um exemplo de como uma regulamentação não resolve nada sozinho, em outro campo, o da medicina:

Médicos prescrevem medicamentos usando uma receita médica. Só que muitos deles escrevem de forma incompreensível, levando a todo tipo de problemas, desde danos à saúde, até à morte do paciente. Problema sério, certo? Com uma lei que regulamentasse a escrita das receitas, tudo se resolveria, certo? Errado.

Médicos escrevem receitas difíceis de entender por uma série de fatores, que se não forem resolvidos em conjunto, dificilmente se irá resolver o problema.

Dentre os fatores que contribuem para que uma receita incompreensível cause danos aos pacientes, temos:

A formação dos médicos nas faculdades, já que não se ensina o jeito adequado de se produzir receitas. Logo, temos um problema na base do conhecimento médico, na própria universidade.

Não há uma lei ou padrão sobre como devam ser as receitas. A lei resume-se a dizer que elas devem ser “legíveis”, sem explicar o que é “ser legível”. Legível pra quem? O médico lê sua própria receita, logo, pra ele, ela é legível. Ou seja, uma regulamentação mal feita, não gera resultado nenhum. O próprio governo do Paraná criou uma lei exigindo que médicos escrevessem usando caixa alta, letra de forma ou de imprensa, e sabem o que aconteceu? Nada. Os médicos continuam escrevendo com letra cursiva, como fazem há séculos.

Depois de formados, médicos ganham mal (mesmo tendo sindicato, conselho federal de medicina, tabela de preços para procedimentos médicos etc.). Por isso, fazem várias jornadas de trabalho e ficam cansados. Precisam atender muitos pacientes para poder ganhar melhor, mas pra isso precisam ganhar tempo, e vão tirar o atraso nos procedimentos burocráticos, como escrever uma receita. Ela é escrita com pressa, e o resultado são as letras com formato irreconhecível.

Não bastasse tudo isso, as farmácias querem vender seus remédios, e isso não combina com a recusa de uma receita que ninguém entendeu. Mesmo não tendo certeza do que o médico escreveu, as farmácias querem vender de todo jeito, e aceitam as receitas, quer sejam compreensíveis, quer não.

Portanto, quando um paciente toma um remédio errado, ou na dose errada, ou na frequência errada, enfim, isso não é culpa da letra do médico. Isso é uma combinação de fatores, que começa com falhas na formação universitária, falta de leis claras que definam com precisão o que deve ser feito, baixos salários, necessidade de atender muitos pacientes com pressa e farmácias que querem vender de qualquer jeito, e só pensam no próprio bolso. Neste caso, das receitas, resolver a questão da regulamentação sem melhorar a formação dos médicos sobre este procedimento, sem melhorar as condições de trabalho, sem modificar o comportamento dos médicos e sem fiscalizar as farmácias, não vai impedir o problema das receitas incompreensíveis, que prejudicam pessoas.

Trazendo para o lado do design, criar uma regulamentação não vai resolver o problema dos baixos salários, da baixa valorização do design, falta de reconhecimento do papel cultural do design e da baixa qualidade do ensino do design nas instituições. Para que a situação melhore, é preciso uma mudança cultural, e esse processo é lento e exige um esforço planejado, não podendo depender do acaso e da sorte.

Um caminho possível, que foi adotado nos Estados Unidos, é o da criação de uma associação forte de designers profissionais, que não cobra diplomas nem faz provas de conhecimento para admitir novos associados (diferente do modelo europeu, que se parece com um club fechado, e exige aprovação de portfolio). Essa associação estadunidense chama-se AIGA, e foi fundada em 1914, numa sala com 20 pessoas. Hoje tem mais de 20.000 membros. Diferente do modelo de club (fechado, difícil pra entrar), a AIGA usa o modelo de hub, rede (aberto, fácil pra entrar, mais difícil pra ficar). Ao invés de fazer exigências na entrada, a AIGA cobra dos seus associados a obediência a um código de ética profissional.

Em troca dessa obediência, a AIGA oferece:

Apoio ao designer em todos os pontos da sua carreira, seja como estudante, recém formado ou designer com muitos anos de experiência

Defesa do valor do design perante empresários, governo e sociedade.

Uma voz única, representativa do design, que fala em nome de todos eles, defendendo seus interesses quando necessário.

Para cada item citado acima, a AIGA desenvolve dezenas de programas e atividades, agindo diante de diversos públicos interessados, como os designers, profissões relacionadas, empresários, governo, sociedade civil. Através de diversas frentes de trabalho, o design deixa de ter apenas um nome chique, mas distante das pessoas, para ter uma voz e ser uma força cultural pró-ativa, que não simplesmente reage aos problemas, mas procura se antecipar a eles.

Para quem se interessar em saber mais sobre a associação, o site deles é www.aiga.com

Essa é minha contribuição para essa discussão sobre a regulamentação. Vale lembrar que eu não sou contra a regulamentação em si. Eu sou contra a visão de que ela será uma panacéia, e vai livrar os designers de se associarem e tomarem uma atitude PRÓ-ATIVA, em nível local.

Como disse Gandhi: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”.

Gripe suína x Aids

Ah, vou começar a escrever uma série sobre "vai entender"... São coisas que agente sabe que acontece, mas vai entender o que esse povo pensa!.. Tipo, você ja ouviu falar na Teoria do Gato Flutuante? Poisé é uma coisa que foi inventada e dai que faz todo sentido, porque cruza dois conhecimentos populares e gera um terceiro que vai entender ....

A primeira que vi e achei super curioso foi o fato de 162.380 mil pessoas estão infectadas no mundo todo com gripe suína e todos ja querem usar máscara, mas são 36 milhões de pessoas infectadas com HIV , mas ninguem quer usar camisinha...
vai entender!

A segunda é
O deputado estadual mais votado do Amazonas, Wallace Souza (PP), é acusado de envolvimento no crime organizado. "As investigações apontam no sentido de que eles chegavam na verdade até a criar fatos, se determinava que crimes fossem cometidos pra gerar notícia para o grupo, para o programa", disse Thomaz Vasconcelos, ai várias pessoas de fora de Manaus me mandaram mensagem e falaram "nossa!, os parlamentares ja tão mantando matar os traficantes que massa! Poisé, uma coisa dessas ai o pessoal ainda acha bacana... mas parei e fiquei me perguntando ja pensou se a moda pega?! Sério... imagina no Rio de Janeiro como ia ser, se os políticos mandassem matar os traficantes. Ou São Paulo... bem, vai entender!

É isso, logo terá mais, por que essas coisas são bem fáceis de ser encontrado no Brasil

Abraço a todos e vai entender...